INFORMAÇÕES DO COLÉGIO

JAPERI, REGIÃO SUDESTE ESTADO DO RIO DE JANEIRO, Brazil
Colégio de Excelência no Ensino Médio e Técnico da Rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Premiado em relevantes concursos nacionais e internacionais, possui Corpo Docente qualificado nas diferentes áreas do conhecimento. Diretoras: Alcidéa Dutra Petali e Katia Regina dos Santos Cruz. Contato: 21.2670-1211 Japeri-(RJ) E-mail: almtamandare@gmail.com

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PRINCÍPIOS NORTEADORES

O Colégio Estadual Almirante Tamandaré, integrante do sistema público de educação e ensino, funciona pautando-se nos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da liberdade e da solidariedade, tendo como objetivo difundir e aprimorar o ensino na comunidade onde está inserido, em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e em conformidade com as metas, planos e programas do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

"NOSSO COLÉGIO NOVAMENTE EM FOCO NA MÍDIA"

11/09/2013 11h25 - Atualizado em 11/09/2013 11h25

Professora descobre talentos da pintura em escola de Japeri (RJ)

Peter Cohen criou a oficina Multiarte em 2003 e leva alunos do Colégio Estadual Almirante Tamandaré para participar de concursos e exposições

A oficina de pintura do Colégio Almirante Tamandaré foi criada pela professora Peter Cohen
(Foto: Divulgação/Alessandra de Paula)


Peter Cohen mora na Tijuca, na Zona Norte do Rio, e dá aula de artes há 14 anos no Colégio Estadual Almirante Tamandaré, em Japeri, região metropolitana da cidade. O percurso de 105 km entre um ponto e outro não é impedimento para a professora, que acorda cedo e segue feliz para o trabalho. Ver os alunos descobrindo novos caminhos por meio da pintura é o que motiva Peter. A oficina Multiarte, criada por ela em 2003 na escola, ganhou o respeito e a admiração da comunidade, afinal, quem não gosta de ver seus jovens conquistando prêmios até no exterior? (Veja abaixo o vídeo com a entrevista completa da professora)




“Os adolescentes da região sofrem com a exclusão social. Não existe uma praça, um shopping, então, a escola é o point deles. Se não fosse a oficina, a vida dos jovens seria outra. Tenho aluno que foi a Copacabana pela primeira vez aos 17 anos de idade, para participar de exposições e concursos. Nem sempre a escola pode pagar um ônibus para levar todo mundo, então os alunos vão de trem até o centro da cidade, e eu encontro com eles. Algumas obras já foram premiadas na Europa. Uma ex-aluna tem até marchand na Itália. Quando alguém ganha um concurso, a vitória é de todos”, conta a professora. (Confira mais fotos da oficina Multiarte)


Jovens aprendem e se divertem na oficina de arte ministrada pela professora Peter Cohen
(Foto: Divulgação/Alessandra de Paula)

A oficina conta atualmente com 65 integrantes, entre estudantes do colégio e moradores da comunidade. Além de aumentar a autoestima da turma, o projeto também contribui para a geração de renda, pois os artistas vendem a produção, e ajudam as famílias em casa. Um quadro pequeno, sem moldura, custa R$ 40 reais. Uma obra maior chega a valer R$ 800. “Quem não acreditava no projeto, agora vê os alunos ganhando dinheiro. Mesmo aqueles que não pintam, sentem-se estimulados pela vitória do outro”, ressalta.

Após deixar os ateliês de pintura e o palco, onde atuava como bailarina, Peter encontrou nas aulas de pintura uma maneira de não se afastar da arte. “Amo o que eu faço. Não viveria sem minha oficina. Eles pensam que eu faço por eles, mas são os alunos que fazem por mim. Aprendo todos os dias com os jovens. A importância do professor é maior quando ele entende que não sabe tudo. Quem não faz parceria com os alunos, perde muito”, completa.

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